COACHING ACADÊMICO

Há estudantes e pesquisadores que seguem naturalmente a vida acadêmica. Alguns têm sensibilidades diferentes, enquanto outros são mais resistentes. Ainda há de se falar daqueles cujo desenvolvimento é em ritmo mais pausado. Entender e aceitar os estudantes e pesquisadores tal como são, quem sabe, não seja fácil para alguns membros da família, professores orientadores, colegas de trabalho e amigos como também não seja simples deixar de compará-los a outros pesquisadores. É evidente que os estudantes e pesquisadores demonstram reações, frustrações, medos... Quando não são ouvidos, passam a “imaginar” e requerem ainda mais atenção.

Desde 2002, nos atendimentos aos estudantes e pesquisadores (iniciantes ou com muita experiência prática) tenho observado o quanto eles se sentem mais seguros, como aprendem muito mais se sabem por que, como, em que fase estão e para onde caminha o seu projeto. Contudo, o frenesi do dia a dia, a leitura de artigos de madrugada e a agenda apertada geram ansiedade e estresse, e interferem nos resultados. Hoje, mais do que em qualquer outra época, há excesso de informações e diversas atividades parecem mais atrativas do que desenvolver certas habilidades, fundamentais para a vida toda.

Parte do trabalho de coaching acadêmico consiste em auxiliar o pesquisador ou pesquisadora a entrar em sintonia consigo mesmo, com o próprio trabalho e com as forças construtivas. Outra parte, tem como foco as atividades de gestão do tempo, organização das "tarefinhas", desenvolvimento de técnicas de estudo eficazes, análise do que foi feito e do que ainda falta, entre outras.

Tão importante quanto o acompanhamento aos pesquisadores na execução das diferentes atividades, é colocar em prática pequenas mudanças. Revirar a internet em busca de trabalhos feitos, ler livros de autoajuda, e até mesmo pecar contra a ética ao comprar trabalhos prontos, seguramente causam mais entraves do que soluções. O raciocínio é simples: se preciso de um sapateiro, por que tomar remédios para sanar a dor de cabeça por não ter um sapateiro que me auxilie, se posso recorrer diretamente ao sapateiro?

Confusos, inseguros e com medo, alguns pesquisadores se deixam levar por ideias equivocadas, às vezes, de colegas e outras vezes, de diferentes pessoas; paralisam-se e perdem a confiança.

No decorrer das sessões, compartilho dicas, ferramentas e procedimentos fáceis, simples e assimiláveis, porque o coaching acadêmico que pratico com os pesquisadores possibilita cada vez mais a descoberta do que funciona com cada um. Afora isso, publiquei três livros, disponíveis em várias livrarias. Eles servem de apoio para diferentes momentos e contêm muitas informações, exemplos e técnicas de trabalho tanto para os pesquisadores iniciantes quanto para os experientes.

(APENAS PARA PESQUISADORES DAS ÁREAS DA SAÚDE, BIOLÓGICAS, ENGENHARIAS E AGRÁRIAS)

 

Faça prevalecer o seu bom-senso, não deixe suas escolhas serem sufocadas pelo preconceito de outros.

Pedro Reiz Centro de Treinamento e Formação
Rua Domingos de Morais, 2102 conj. 34, Vila Mariana, São Paulo
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